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27/05 - 7º dia de protesto de caminhoneiros
Nesta sexta, Temer acionou as forças federais para desbloquear estradas. Medida é tomada após caminhoneiros terem mantido bloqueios, apesar de acordo fechado na quinta (24); acompanhe: 7º dia de protesto de caminhoneiros Nesta sexta, Temer acionou as forças federais para desbloquear estradas. Medida é tomada após caminhoneiros terem mantido bloqueios, apesar de acordo fechado na quinta (24); acompanhe: Polícia Rodoviária Federal já emitiu multas que somam R$ 2,03 milhões. Paralisação teve 'apoio criminoso' de proprietários, diz Jungmann. 577 pontos foram desbloqueados nas estradas . PRF registra ainda 586 pontos de bloqueio. 37 inquéritos foram abertos em 25 estados
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27/05 - Ministro vai levar para Temer novas propostas para tentar encerrar greve dos caminhoneiros
Ministro da Secretaria de Governo se reuniu na noite deste sábado com lideranças do movimento grevista em São Paulo.  O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse na noite deste sábado (26) que vai levar para o presidente Michel Temer novas propostas para tentar encerrar o movimento dos caminhoneiros. Marun se reuniu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com o governador Márcio França (PSB) e lideranças do movimento dos caminhoneiros de São Paulo. Entre as propostas que serão levadas para Brasília, Marun destacou a garantia de que o desconto de 10% no valor do diesel vai chegar na bomba de forma efetiva, a possibilidade de que a manutenção do preço seja ampliada de 30 para 60 dias e o fim da suspensão da cobrança de tarifa de pedágio para eixo elevado dos caminhões para todo o país. Esse último ponto já foi acertado pelo governo de São Paulo com os caminhoneiros. "Essa é a tarefa que eu levo que Brasília. Nesse tempo, eles (líderes do movimento) vão perguntar, consultar as suas bases", afirmou Marun. Manifestação às margens da BR-381 em Ipatinga se estende por oito quilômetros Patrícia Belo/G1 O governador de São Paulo, lideranças do movimento dos caminhoneiros e um integrante do governo federal devem voltar a se reunir por volta das 15h deste domingo, no Palácio dos Bandeirantes, para chegar a uma posição final sobre essas três propostas. "O movimento dos caminhoneiros já é vitorioso e o que queremos é que agora ele possa amenizar o sofrimento dos brasileiros. Amanhã (domingo) queremos celebrar um acordo", afirmou Marun. Na quinta-feira, o governo anunciou uma proposta de acordo com os caminhoneiros, mas, segundo o último boletim divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia 586 pontos de bloqueio nas estradas do país até as 19h deste sábado.
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26/05 - Casemiro teve mais que técnicos na infância; eles foram verdadeiros pais
Entre os vencedores da Liga dos Campeões está o personagem deste sábado da série especial do JN sobre os jogadores da seleção.   O meio-campo do campeão Real Madrid e da seleção brasileira, Casemiro, é o personagem deste sábado (26) da série do Jornal Nacional sobre os jogadores que vão representar o brasil na Copa da Rússia. saiba mais Veja os perfis já exibidos pelo JN Para cima, para o lado, como um bebê, ganha horas e horas de colo. Paterno. Professor Nilton Moreira. O primeiro a chegar ao campo, a driblar as poças de cada chuva. Sempre com a bola, o Moreira. Quando se emociona, é a ela que recorre. Em São José dos Campos, interior de São Paulo, céu e bola são testemunhas. Duas décadas atrás, o Moreira começou a levar o Casemiro nas costas. “Como um pai, um grande amigo, um conselheiro”, diz Moreira.  “Um paizão para mim mesmo, porque me dava roupa, me dava chuteira”, afirma o jogador. “Moreira foi uma pessoa muito importante para ele”, conta a mãe Magda. “O Moreira me adotou”, diz o jogador. Lá se vão 20 anos. “Seis anos eu tinha”, conta Casemiro. Tarefa da prima mais velha: tomar conta do menino. “Como eu era mais velha e ia treinar, ele, como era mais novo, ele ia comigo”, diz Mônica. Sorte do menino.  “Ela jogava no Moreira, futebol feminino. Eu lembro exatamente o dia, estava chovendo”, conta Casemiro. E como faltava gente para completar o treino. “Coloca ele pra jogar no gol, porque está faltando gente”, lembra Mônica. “Como sou um cara competitivo. Falei, não vai fazer gol em mim aqui não”, diz Casemiro. Deixou boa impressão. “No primeiro ou segundo dia eu já falei pra ela trazer os documento para gente inscrever ele no campeonato da cidade”, conta Moreira. “Um treino fui no gol, dois treinos. Aí falei assim, Mônica, avisa o Moreira lá que eu não sou goleiro não”, relata Casemiro. Foi atendido. “Em todas as competições, ele fazia uma média de 10 a 15 gols, mesmo jogando de marcador”, relembra Cleberson. O Moreira dava futebol, afeto e comida. Tudo que ele queria na vida. “A gente nunca teve pai em casa”, conta o jogador. “Nunca tive pai, na verdade, nenhum de nós temos um pai”, diz o irmão Dodô. “Devido à condição precária que ele tinha, que ele era uma pessoa muito humilde, tanto a família, bastante, de três irmãos”, conta Moreira. “Às vezes, ele vinha lá, não tinha o que comer, a gente ajudava”, lembra Cleberson. “Muitas vezes não tinha para tomar café e ele: tá com fome, vem pra cá, não sei o que”, diz Casemiro. O menino que jamais conheceu o pai biológico colecionou alguns quase-pais pelo caminho. Moreira foi o primeiro.  Pelas mãos dele, foi levado e aprovado no São Paulo. “Muito tímido, muito fechado, muito interiorano, caipira”, diz Petri. Mas já nos primeiros dias, um drama. “Quando ele vem para o alojamento, ele pega uma hepatite”, relembra o treinador Petri. “Quando eu tive a hepatite, eu falei: ah, vou ser mandado embora, porque não vai me segurar aqui, o clube não vai me segurar”, lembra Casemiro. “Ele quer treinar e o médico proíbe, pela doença que ele tem”, diz Petri. Foi aí que entrou em cena o sucessor do Moreira. “Deus coloca as pessoas na sua vida, acho que não é por acaso”, diz o jogador. Bruno Petri era o treinador da categoria de Casemiro. “O Bruno, quando entrou na minha vida, acho que foi quando mudou muita coisa. Foi uma conexão muito boa com ele, sim”, afirma o jogador. Petri e o São Paulo acolheram o caipira encabulado e bom de bola. E, assim que se curou, tornou-se logo uma joia da base são-paulina. Como a vida mudou. O menino tímido é hoje titular do Real Madrid, tem três Ligas dos Campeões no currículo. Hoje, sobram metros quadrados e conforto. É a vida de um dos volantes mais valorizados do mundo. Mas, para ele, nada se compara à emoção da primeira casa própria. Aos 16 anos, quando fez o primeiro contrato profissional, o São Paulo o ajudou a comprar a casa, modesta, em São José. “Foi a primeira preocupação dele, em dar uma casa para mim”, conta a mãe. “E não pretendo vender nunca”, relata o jogador. É grato ao São Paulo: foram 112 jogos, mas sem o mesmo brilho que teve na base. Vendido ao Real Madrid B, rapidamente se destacou. Foi emprestado ao Porto, em Portugal, e o grande sucesso por lá o trouxe de volta à Espanha, agora para o time A, o Real Madrid das grandes estrelas. Carlos Henrique Casemiro.   Cleberson: Os amigos de verdade, da antiga, chama ele de Carlinho”. Moreira: Carlinho, aqui sempre foi, sempre vai ser Carlinho. Carlinho é marido da Anna, pai da Sara. O menino privado de pai é, hoje, o paizão da família toda. Aos 26 anos. “Ele foi um pai pra mim desde sempre”, diz Bianca, irmã. “Nos momentos que você precisa, ele tá ali, entendeu?”, afirma o irmão. “Você acaba criando responsabilidade de um pai”, diz Casemiro. “Ele é mais mandão, assim”, solta Bianca. Ser pai sem nunca ter tido um. O ídolo dos pupilos do Moreira. É hora do capítulo "Copa do Mundo" na saga do Carlinho.  Moreira: O orgulho é muito grande, de você ver o sonho da criança realizado. Anna, esposa: É muito orgulho porque eu vejo ele batalhando todos os dias, sabe? Agora é Rússia, dona Magda. “Eu vou tá lá, nós vamos ser campeão”, afirma. Casemiro: Vai ser o meu maior sonho de criança, de garotinho.
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27/05 - Greve dos caminhoneiros: Crespo convoca reunião para definir gestão de crise
Comitê irá priorizar áreas da saúde e transporte público. Prefeito de Sorocaba não descarta decretar situação de calamidade pública caso as medidas não surtam efeito. Prefeitura convocou reunião para discutir medidas durante a greve dos caminhoneiros Prefeitura de Sorocaba/Divulgação O prefeito José Crespo (DEM) convocou na noite deste sábado (26) todos os secretários municipais e os membros do gabinete de gestão integrada de segurança para uma reunião de gestão de crise devido à paralisação dos caminhoneiros. Veja os reflexos dos protestos dos caminhoneiros na cidade Além dos secretários, participaram da reunião, que durou duas horas e meia, representantes da Guarda Civil Municipal, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros. Entre as medidas, a prefeitura decidiu criar um comitê que será gerenciado pelo secretário de Segurança e Defesa Civil de Sorocaba, Jefferson Gonzaga, a fim de garantir o abastecimento de oxigênio na Santa Casa de Sorocaba e a normalização do transporte público na segunda-feira. "Estávamos em busca de motoristas habilitados para fazer o transporte de 45 mil litros de combustível para abastecer a frota de ônibus, por isso convocamos diversas frentes. Além disso, solicitamos também o apoio do Exército para, caso seja necessário, nas escoltas. Serão viagens diárias feitas até que seja necessário", explicou Crespo. Crespo afirmou que, a princípio, a prioridade é sanar os problemas da área da saúde e abastecer os 372 ônibus do transporte público. "A minha intenção é que o oxigênio esteja disponível neste domingo (27), de preferência durante a manhã e que toda a frota de ônibus esteja nas ruas na segunda-feira circulando normalmente." José Crespo convocou reunião para apresentar medidas durante a greve dos caminhoneiros Ana Carolina Levorato/G1 Situação de calamidade Além das medidas propostas pela prefeitura, o presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Manga (DEM), afirmou que irá fazer um ato neste domingo para disponibilizar todo o combustível dos veículos da Câmara, inclusive da presidência, para que possa ser usado pela polícia e Guarda Municipal para fazer escoltas em busca de oxigênio para a Santa Casa. "Vamos disponibilizar os 28 carros da Câmara e também os funcionários habilitados para que seja feito o transporte para a área da saúde, que é prioridade", ressaltou Manga. Durante a coletiva, Crespo afirmou que ficou decidido em votação que as aulas na rede municipal de educação está suspensa até que a situação seja normalizada. Além disso, ele não descartou a possibilidade de decretar situação de calamidade pública, mas ressalta que a decisão só será tomada caso as medidas emergenciais não surtam efeito. "Não era o que queríamos, mas ficou decido que todas as escolas e creches terão as aulas suspensas até que a situação seja normalizada." Confira os reflexos da paralisação em Sorocaba Postos: Segundo o Sincopetro, não há gasolina nos postos da cidade e não tem previsão para chegar. Cidade: prefeito José Crespo (DEM) decretou situação de emergência nesta sexta-feira (25); Saúde: unidades de urgência e emergência atendem normalmente. Na noite deste sábado (26), a Santa Casa de Misericórdia anunciou que fechou, de forma temporária, as portas por risco de falta de gases hospitalares. A empresa não forneceu conforme combinado, mas garantiu que no domingo (27) irá reabastecer a unidade; Serviço de água e esgoto: Saae fará apenas serviços emergenciais. Novas ligações de água e esgoto foram suspensas; Transporte público: ônibus da STU e da Consor circularam em horário reduzido desde a meia-noite desta sexta-feira (25). Segundo a Urbes, não há ônibus neste sábado (26) e deve retornar na segunda-feira (28) em horários de pico; Transporte intermunicipal: EMTU afirma que 78% da frota está circulando, do total de 170 veículos de 80 linhas. A Rápido Luxo Campinas, que opera linhas intermunicipais entre Sorocaba e os municípios de São Roque, Mairinque, Itu e Araçoiaba da Serra, não está rodando nesta sexta-feira (25). Transporte por aplicativos: motoristas estão sentindo reflexos da greve, mas não mensuraram alterações de preços nas corridas; Alimentação: Ceagesp apresenta falta de frutos na feira na manhã deste sábado (26). Movimento é abaixo do normal. Distribuidores estão com dificuldades para entregar mercadorias. Educação: aulas em período parcial. Pode haver substituição os alimentos na merenda, já que verdura, legumes e frutas estão em falta. A Universidade de Sorocaba (Uniso) suspendeu as aulas até sábado (26); a Faculdade de Engenheira de Sorocaba (Facens) suspendeu as aulas até sábado (26); a Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc) suspendeu as aulas até sábado (26); Aeroporto: Departamento Aeroviário do Estado informou no fim da tarde de sexta-feira (25) que acabou o combustível em Sorocaba. Portanto, cabe às companhias aéreas a decisão de manter os voo para a cidade; Saneamento: serviços de coleta de resíduos domiciliares e comerciais, varrição e limpeza de ruas realizados normalmente; Esportes: rodada do campeonato de futsal de segunda-feira (28) foi cancelada; Cultura: algumas atividades que estavam programadas para o final de semana foram canceladas. Museu Histório Sorocabano, biblioteca municipal e infantil não funcionarão.
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26/05 - Ministros do STF discutem papel do Judiciário no país durante congresso
Cármen Lúcia disse que deve apresentar cadastro com retrato fiel da situação prisional. Greve dos caminhoneiros também foi assunto no congresso.   Ministros do Supremo Tribunal Federal participaram esta semana de um encontro com magistrados de todo o país, em Maceió. Cerca de mil juízes discutiram o papel do Judiciário. Um dos temas abordados foi o enfrentamento da corrupção. O ministro Barroso criticou a cultura da impunidade. A crise de abastecimento provocada pela greve dos caminhoneiros também foi discutida. “A quadra atual realmente preocupa a todos. Agora mesmo tivemos a paralisação do Brasil tendo em conta uma manifestação de certo segmento da economia nacional. Refiro-me aos caminhoneiros. A sociedade ante essa quadra atual chegou a um grau de indignação em que ela quer a correção de rumos. Tínhamos até bem pouco tempo, vamos ressaltar, que prevalecia a impunidade não se receava certas práticas, porque de alguma forma sabia que não haveria fustigação e, portanto, não haveria a busca da fixação da responsabilidade”, destaca Marco Aurélio, ministro do STF. O ministro Luis Roberto Barroso destacou a importância do combate à impunidade. Ele disse que o Judiciário precisa ser firme contra a cultura da desigualdade nas punições e criticou duramente a soltura de corruptos: “existe uma minoria muito bem protegida no Brasil, atualmente, são os corruptos, pessoas que desviaram milhões e mantém suas contas no exterior e são libertadas a granel. Liberações que expõem e desprestigiam os juízes de primeiro grau. Que correm os riscos que enfrentam essa cultura de desigualdade que sempre protegeu os mais riscos, essa cultura de compadrio. Sou solidário com quem se dispõe a fazer esse trabalho. Ele é difícil, tem um custo pessoal alto, mas a história está do nosso lado.  Há uma velha ordem sendo transformada, eu penso e essa é a minha convicção. Os aliados da corrupção no Brasil fazem um discurso libertário, quando na verdade é uma leniência com uma velha ordem e uma cultura de desvio de dinheiro público”. A presidente do Supremo Tribunal Federal disse que esta semana deve apresentar ao país um cadastro com retrato fiel da situação prisional, com número de presos, condenações e processos em todos os presídios. A ministra Cármen Lúciax disse que o cadastro terá papel fundamental na eficiência do Judiciário, dando uma resposta mais rápida e clara aos anseios da sociedade. Ela destacou que o Judiciário brasileiro está em permanente construção para atender às demandas da cidadania. O ministro Dias Toffolix também falou sobre a importância do poder Judiciário ser eficiente nas respostas à sociedade: “uma Justiça eficiente exige que o tempo de duração dos processos seja administrado de forma ágil. Pois os conflitos nesse mundo da era digital, no chamado mundo pós-moderno ou sociedade liquida traz um ritmo cada vez mais intenso. O país hoje judicializa muito em razão dessa necessidade de implementação dos direitos. É preciso então, mudar um pouco essa cultura. Temos que ter um poder Judiciário que seja eficiente, transparente e que seja responsabilizado perante a sociedade. A legitimidade e autoridade do poder Judiciário, elas andam de mãos dadas com a prudência e, por isso, deve-se evitar os excessos e a tentação de se investir num poder superior”.
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26/05 - PF abre 37 inquéritos para investigar locaute na greve dos caminhoneiros
Vídeo da Federação das Empresas de Transporte de Carga de SP é investigado. Cade também apura participação de empresas.   A Polícia Federal abriu 37 inquéritos para investigar se empresários articularam a greve dos caminhoneiros. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica também apura a participação de empresas e associações de caminhoneiros na paralisação. Uma das entidades investigadas é a Federação de Empresas de Transporte de Carga do estado de São Paulo. Ela é uma das que assinaram o acordo com o governo na quinta-feira à noite. Em um vídeo, a federação fala em sumir com caminhões e em caos para todo lado. E descreve, em detalhes, as consequências de uma paralisação de caminhoneiros durante cinco dias - uma situação muito parecida com a que acabou acontecendo no país.  O vídeo está sendo investigado pelo Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. “Então os caminhões são problema? Vamos sumir com eles por apenas cinco dias. Já no primeiro dia você vai perceber que não foi uma boa ideia. Alimentos frescos essenciais esgotam nos mercados, cartas se acumulam. Os aeroportos são fechados pois sem combustível os aviões não podem decolar. O lixo se acumula por toda cidade. Indústrias de vários segmentos já não conseguem produzir por falta de insumos. Agora no quinto dias sem caminhões o caos está por todo lado. A sociedade entra em colapso não há transporte público, hospitais e escolas. As pessoas não conseguem seguir a sua rotina”, diz o vídeo. Ainda no vídeo, a federação diz que o objetivo era valorizar o transporte rodoviário no Brasil: “muitas vezes reclamamos dos veículos de carga nas estradas e nas cidades, mas esquecemos que eles são as células que transportam tudo que é vital para termos a vida com que estamos acostumados”. Diante da repercussão, em nota, a Fetcesp disse que não apoia e tampouco incentiva qualquer tipo de paralisação das atividades de transporte rodoviário de cargas. E que o vídeo é de maio do ano passado. No site da federação, o material está em destaque com o título "conheça o novo filme da Fetcesp" O Cade está investigando se houve uma ação coordenada. “A gente tem vários fatos que ocorreram que vem para robustecer o processo de investigação. Esse vídeo ele, no mínimo, sugere que se realmente ocorreu a conduta, os agentes sabiam das consequências dos seus atos”, destaca Alexandre Cordeiro, superintendente geral do Cade. O governo disse que tem convicção de que houve locaute. Ou seja: a participação de empresários na paralisação, o que é proibido por lei. O ministro da Secretaria de Governo anunciou que empresários suspeitos estão sendo investigados, mas não citou nomes. E disse que a Polícia Federal já fez até pedidos de prisão, que estão sendo analisados pelo Judiciário. “Existem inquéritos, algumas dessas investigações já justificaram abertura de inquéritos e alguns desses inquéritos já trouxeram base sólida, inclusive para que fossem solicitados a prisão de alguns, alguns desses suspeitos”, afirma Carlos Marum.  Na noite deste sábado (26), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann disse que houve apoio criminoso de empresários e que os suspeitos irão pagar por isso: “um movimento criminoso de parte dos senhores proprietários, donos de grandes empresas, que exatamente não permitem, não liberam seus motoristas. Pelo contrário, lhe dão apoio para permanecer paralisados”.  Até agora 37 inquéritos foram abertos pela Polícia Federal em 25 estados.
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27/05 - VÍDEOS: JA 2ª Edição de sábado, 26 de maio
Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Tocantins Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Tocantins
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27/05 - Mega-Sena, concurso 2.044: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 30 milhões
Veja as dezenas sorteadas: 07 - 14 - 47 - 54 - 56 - 60. Quina teve 49 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 39.699,63. Mega-Sena: sorteio do concurso 2.044 ocorreu neste sábado (26) Heloise Hamada/G1 Ninguém acertou os números do concurso 2.044 da Mega-Sena, sorteados neste sábado (26), na cidade de Fernandópolis (SP), e o prêmio acumulou. Veja as dezenas sorteadas: 07 - 14 - 47 - 54 - 56 - 60. A quina teve 49 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 39.699,63. A quadra teve 3.612 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 769,37. O próximo concurso (2.045) será na quarta-feira (30), em Jataí (GO). Ele poderá pagar R$ 30 milhões. Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
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27/05 - Greve de caminhoneiros: 6º dia de protestos causa impactos em diferentes setores no Paraná
Cidades estão sem combustível, aulas foram suspensas e há relatos de falta de alimentos. Greve de caminhoneiros: 6º dia de protestos causa impactos em diferentes setores no Paraná Cidades estão sem combustível, aulas foram suspensas e há relatos de falta de alimentos. São mais de 250 pontos de manifestação em estradas do Paraná. Governo e representantes de caminhoneiros anunciaram acordo para suspender greve. No Paraná, caminhões com cargas essenciais serão liberados. Principais cidades estão sem combustíveis
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27/05 - Veja o que os candidatos ao governo do Tocantins fizeram neste sábado (26)
Candidatos tiveram compromissos em várias cidades do estado. Os políticos estão dispostos em ordem alfabética. A Eleição Suplementar para governador é no próximo dia 3 de junho e até lá, o G1 e a TV Anhanguera acompanham os compromissos de campanha dos candidatos ao cargo. A ordem de apresentação dos políticos é alfabética. Carlos Amastha (PSB) Carlos Amastha, do PSB, viajou para o interior do Tocantins. Em Formoso do Araguaia, visitou comerciantes e foi até a uma igreja, onde fez orações pelos 30 dias da morte do ex-deputado Júnior Coimbra. Em Divinópolis, foi ao assentamento 25 de março e participou de reuniões com líderes religiosos e aliados políticos. Kátia Abreu (PDT) Kátia Abreu, do PDT, foi até Paraíso do Tocantins onde fez caminhada, reuniões e visitou comunidades. A senadora e candidata ao governo do Tocantins visitou lojas, conversou com comerciantes e falou das suas propostas para o fortalecimento do setor. Marcos Souza (PRTB) Marcos Sousa, do PRTB, aproveitou o dia para planejar ações a serem realizadas na próxima semana. Ele também participou de manifestações de apoio a greve dos caminhoneioros e viajou para Lajeado, onde fez visitas a moradores e produtores rurais. Márlon Reis (Rede) Márlon Reis, do Rede, se reuniu com lideranças em Colinas do Tocantins. À tarde, gravou programa eleitoral e se reuniu com a equipe de marketing. À noite, se reuniu com colaboradores da campanha, na região sul de Palmas. Mário Lúcio Avelar (PSOL) Mário Lúcio Avelar, do PSOL, participou de um encontro com universitários e professores para discutir o papel da universidade no desenvolvimento do Tocantins, inclusão social, e o papel do ensino, pesquisa e extensão na sua gestão. Durante o evento, ele ouviu as demandas e apresentou propostas do plano de governo. Mauro Carlesse (PHS) Visitou cidades no interior e participou de entrevista no Jornal Anhanguera 1ª Edição. Durante 10 minutos, falou das propostas de campanha para o mandato tampão. Disse que se for eleito, dará continuidade ao que já vem feito à frente do governo do estado. Vicentinho Alves (PR) Vicentinho Alves, do PR, fez caminhada em Gurupi e recebeu apoio de novos aliados. O político completou a agenda em Nova Olinda e Colinas do Tocantins.
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27/05 - Bienal do Mercosul suspende as atividades no domingo por falta de ônibus em Porto Alegre
Sem ônibus circulando na cidade para poupar diesel, mostra foi cancelada. Como os museus não abrem nas segundas, atividades serão retomadas na terça-feira (29). Museus que recebem a 11ª Bienal do Mercosul não abrem neste domingo (27) por causa da falta de ônibus em Porto Alegre Reprodução/RBS TV Sem transporte coletivo neste domingo (26) em Porto Alegre, a organização da Bienal do Mercosul informou que não será possivel funcionar normalmente na data. Com isso, a mostra e as atividades paralelas estão canceladas. A exposição está no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Memorial e Santander Cultural, todos no Centro Histórico. Como os museus não abrem nas segundas, as atividades serão retomadas na terça-feira (29). A 11ª edição da Bienal de Artes Visuais do Mercosul está em seus últimos dias na capital gaúcha. A mostra termina no próximo domingo, dia 3 de junho. As obras estão expostas em museus e espaços culturais da capital gaúcha e também de Pelotas, no Sul do estado. Ao todo, são 77 artistas, sendo 21 da África, 19 do Brasil, 20 da América Latina, 11 da Europa e seis da América do Norte. São fotografias, pinturas, gravuras, desenhos, instalações sonoras e outras formas de arte. Com o título "O Triângulo Atlântico", a mostra apresenta o que resultou da ligação de três diferentes povos e regiões: América, Europa e África. A curadoria do trabalho é do alemão Alfons Hug, com a adjunta Paula Borghi. Outras informações estão disponíveis no site oficial (clique aqui). Mapa da Bienal em Porto Alegre Reprodução/Bienal Fundação Iberê Camargo também fecha Pelo mesmo motivo, a Fundação Iberê Camargo comunicou que cancelará suas atividades deste domingo (27). O local estará fechado. Como o museu só abre aos fins de semana, a visitação será retomada no próximo sábado (2).
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26/05 - Ministros anunciam avanço nas negociações para normalizar situação
Decreto permite que governo assuma o controle dos caminhões para desobstruir rodovias. Governo admite que acordo não está sendo cumprido.   No Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer passou o dia em reuniões com o gabinete de crise - formado pelos ministérios das áreas de segurança e defesa. O governo admite que o acordo não está sendo cumprido na íntegra e considera que o abastecimento é prioridade. A mobilização das tropas federais começou horas depois de o governo publicar o decreto de garantia da Lei e da Ordem, que vale até o dia 4 de junho. Só no Comando Militar do Planalto,  que engloba o Triângulo Mineiro, Distrito Federal, Goiás e Tocantins, 1,3 mil militares já estão  à disposição do governo. Parte até já começou a ser deslocada para liberar rodovias e garantir a circulação de produtos. Outros batalhões também estão sendo mobilizados em todo o país. “Feito a recomendação para que seja sempre negociado, de uma forma bastante pacífica”, afirma general de Brigada Marco Antônio Martin da Silva, comando militar do Planalto. O gabinete de crise, criado pelo governo, passou todo o sábado discutindo a crise. Já no começo da manhã, fez uma reunião no Palácio do Planalto. O presidente Michel Temer, as áreas de defesa e segurança avaliaram a paralisação e decidiram endurecer com as empresas de transporte de cargas e com caminhoneiros ainda parados. “O governo começa a aplicar multas ou começa a aplicar multas no valor de R$ 100 mil por hora parada para os donos das transportadores que não voltarem à atividade”, declara Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo. Logo depois da reunião esse novo decreto foi publicado no Diário Oficial. Ele autoriza a requisição de veículos particulares necessários para o transporte rodoviário de cargas consideradas essenciais. E permite que o governo assuma o controle dos caminhões para desobstruir as rodovias. Com o decreto, além dos militares, outros motoristas poderão ser chamados. A requisição de bens já tinha sido anunciada pelo governo, que disse que a medida só seria tomada se houvesse necessidade. No início da tarde, o presidente Michel Temer voltou a reunir o gabinete de crise. Os ministros reconheceram que ainda há problemas de abastecimento. Mas, na avaliação do governo, o país caminha para a normalização. “Continuamos mobilizados, continuamos reunidos ao longo da noite, durante todo o domingo e enquanto a normalização do abastecimento exigir. Mas, já com muitas perspectivas no horizonte de que as coisas começam a normalizar. Não é rápido. Cada caminhão parado por tanto tempo poderia ter feito inúmeras viagens de abastecimento. É impossível com a frota de uma única vez abastecer a plenitude todas as necessidades, mas é possível intensificar esse trabalho”, afirma Sérgio Etchegoyen, ministro do Gabinete de Segurança Institucional. O ministro da Segurança admitiu que o acordo não está sendo cumprido na integra. “Nós estamos abertos ao diálogo, ainda que um acordo firmado não tenha sido cumprido na sua integralidade, porque parte do movimento não atendeu exatamente os acordos firmados por suas lideranças”, diz Raul Jungmann. Em seguida, fez um apelo aos caminhoneiros: “não se esqueçam que existem famílias outras que estão sofrendo. Renúncia a não se preocupar apenas com os seus, mas com os demais é algo que de fato tem que cessar em nome da responsabilidade civil e cidadã que todos nós temos”.
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26/05 - Greve compromete o fornecimento de energia e a coleta de lixo
Desde sexta-feira (15) a coleta seletiva está suspensa em São Paulo.   A falta de combustível está afetando alguns serviços básicos em muitas cidades brasileiras. Desde sexta-feira (25) a coleta seletiva está suspensa em São Paulo. Setenta caminhões que deveriam estar nas ruas ficaram estacionados nos pátios das empresas, para economizar combustível pra outros serviços. A coleta de lixo domiciliar e hospitalar continua sendo feita, mas as empresas responsáveis pelo serviço dizem que só conseguem manter os caminhões na rua até segunda feira (28). Se não chegar combustível, essa coleta também vai parar. Neste sábado (26) alguns caminhões já rodaram no limite. Sem os 25 mil litros de diesel que usa diariamente, uma empresa diz que espera contar com a colaboração dos 7,5 milhões de moradores de São Paulo que ela atende. “A primeira orientação vai ser para que as pessoas deixem o lixo dentro de casa. Ou seja, você vai ter que estocar o lixo até que...  Por uma questão de saúde né, questão de... Pra não ir pras ruas... Não ter insetos, ratos, essas coisas assim”, explica Marcelo Gomes presidente da empresa de coleta. A Guarda Civil Metropolitana conseguiu abastecer toda a frota na sexta-feira (25) e está nas ruas, ainda que economizando combustível. Os carros do serviço funerário podem rodar até o fim do domingo (27).  A autonomia das ambulâncias do Samu é maior: até segunda (28) à noite. É a mesma capacidade dos ônibus urbanos, porque as empresas compraram combustível na tarde deste sábado (26) com o apoio da polícia. A entrega de merenda não foi normalizada nas escolas da rede municipal, mas elas vão abrir na segunda-feira (28) e servir o que está no estoque. Os Correios suspenderam os serviços de entrega com dia e hora marcados. E ampliaram o prazo de entrega das postagens de cartas e encomendas.  Na sexta (25), o volume de entregas caiu 40% porque os caminhões estão sem combustível ou presos em bloqueios nas estradas. Faltou diesel também em sete termoelétricas que fornecem energia elétrica para sete municípios de Rondônia. E 200 mil pessoas ficaram no escuro por 12 horas. "A casa toda escura, a mercadoria na geladeira se estragando porque não tem refrigeração. Durante a noite várias pessoas estão sofrendo com o calor aqui por não ter energia elétrica ", contou um morador em um vídeo. Na sexta (25) caminhões de óleo diesel foram enviados com escolta para as termoelétricas. A situação só foi normalizada na manhã deste sábado (26). A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro também precisou de escolta pra transportar produtos químicos usados no tratamento de água. A direção disse que está implantando medidas para não ter que interromper o abastecimento.
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27/05 - Greve de caminhoneiros: 6º dia aumenta impactos em diferentes setores no Paraná
Estado fechou o sábado (26) com 251 pontos de protesto em rodovias estaduais e federais.  Consumidores formam filas em postos de combustíveis O Paraná fechou o 6º dia de paralisação dos caminhoneiros com 251 pontos de protesto em rodovias estaduais e federais - nenhum com interdição total. O desabastecimento de diversos produtos aumentou, assim como as filas em busca de combustível, escasso em todo o estado. Os caminhoneiros protestam contra o aumento do diesel, e a mobilização é nacional. O G1 Paraná acompanhou, em tempo real, os desdobramentos da paralisação neste sábado (26). Fila de veículos para abastecer em posto próximo em posto próximo à Refinaria do Paraná Motoristas encararam horas a fio de espera em busca de gasolina ou etanol. No oeste do Paraná, quem mora perto da fronteira, foi ao Paraguai abastecer - mas não escapou das filas. No posto mais perto da fronteira, a gasolina era vendida a R$ 2,98. Fila de veículos brasileiros em posto de Ciudad del Este, no Paraguai, neste sábado (26) Raphaela Potter/RPC Em Medianeira, também no oeste do estado, um homem de 31 anos foi preso neste sábado suspeito de vender ilegalmente combustível. De acordo com a Polícia Militar (PM), ele confessou que venderia a gasolina por R$ 5 o litro. Motorista aproveitou para almoçar enquanto aguardava para abastecer em Maringá William Souza/RPC Também foram registradas diversas manifestações pelo estado em apoio à paralisação dos caminhoneiros neste sábado - não apenas em rodovias. Em Curitiba, os manifestantes foram até a Boca Maldita. Manifestantes protestam na Boca Maldita, na tarde deste sábado (26), em Curitiba Amanda Menezes/RPC Rodovias Por volta das 11h30, houve a divulgação do último boletim de pontos de protestos nas rodovias federais no Paraná. Eram 86 pontos de manifestações, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Na madrugada, a PRF fez uma escolta de quatro caminhões-tanque com combustível para aviação. O comboio saiu de Araucária até o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. Há 86 pontos de protestos dos caminhoneiros nas estradas federais do Paraná na manhã deste sábado (26) PRF/Divulgação Nas estradas estaduais, são 165 locais com protestos, conforme a Polícia Rodoviária Estadual. O balanço da PRE foi atualizado às 9h40. MAPA: Confira onde ocorrem os protestos. Abastecimento de alimentos As cinco Ceasas do Paraná (Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu) comercializaram apenas 10% do previsto neste sábado. Cargas de frutas, verduras e legumes e compradores não estão conseguindo chegar até as centrais de abastecimentos devido as centenas de manifestações de caminhoneiros pelas estradas do país. Em Curitiba, por exemplo, a média de movimentação de mercadorias no sábado é de 1.150 toneladas de alimentos. Neste sábado, a movimentação foi de 10% desse total. Entre 30 ou 40 produtores conseguiram chegar no local para vender os produtos. Normalmente, a Ceasa em Curitiba recebe de 250 a 300 produtores. Em Maringá e Londrina, no norte do estado, e em Cascavel, no oeste, as centrais fecharam mais cedo porque estavam sem movimento, cerca de 30 a 40 produtores estiverem nos locais pela manhã. A média de movimentação diária é de 1.200 a 1.500 toneladas. Em Cascavel, a média diária é de 70 a 80 toneladas. Em Foz do Iguaçu, poucos produtores locais estão conseguindo chegar na Ceasa. Com isso, há pouca oferta de produtos. A central técnica informou que a falta de alimentos está prejudicando também os compradores do Paraguai, que frequentam a Ceasa em Foz diariamente. A Central em Foz comercializa, em média, 200 toneladas de alimentos por dia. A central técnica informou que se a paralisação persistir, as centrais podem ficar desabastecidas na segunda-feira (28). Transporte público A frota de ônibus em Curitiba e Região Metropolitana funcionou normalmente. Em Londrina, no norte do Paraná, um caminhão carregado com combustível chegou até uma das empresas de ônibus e, com isso, o sistema foi normalizado. Passageiros esperando por ônibus em terminal de Londrina na manhã deste sábado (26) Alberto D'angele/RPC Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, está sem transporte público neste sábado. De 80 mil a 100 mil pessoas utilizam o transporte público diariamente. O município tem 101 linhas de ônibus. Não há previsão de quando a frota vai voltar a circular. Em Maringá, a Secretaria de Mobilidade informou que dez linhas não vão funcionar no domingo (27) por falta de estoque de combustível. Neste sábado (26), todos os ônibus ainda circulam normalmente. No noroeste do estado, em Umuarama, as linhas estão circulando com ônibus a menos, o que aumenta o tempo de espera para os passageiros. Em Cascavel, os ônibus circulam neste sábado das 6h às 8h30 e das 11h30 às 14h. No domingo, nenhum ônibus vai circular e, a partir de segunda-feira, o transporte volta a operar das 6h às 8h30, 11h30 às 14h, e das 17h às 19h. E em Foz do Iguaçu, as linhas estão funcionando com horários reduzidos. No sábado e no domingo, os ônibus vão funcionar das 5h às 7h30, 17h às 19h30, e 23h até 0h30. Na segunda-feira, das 5h às 7h30, 11h às 13h, 17h às 19h30 e 23h às 0h30. Em Guarapuava, as linhas funcionaram neste sábado até as 20h, e no domingo (27) vão até as 18h. Transporte público será interrompido durante a noite de hoje em Guarapuava Aeroportos Os aeroportos do Paraná estão operando normalmente neste sábado (26). Todos os terminais, Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu e Maringá, estão com combustíveis. Gás de cozinha As revendedoras de gás estão com estoques vazios. Segundo a Abragás, o desabastecimento do produto no país chega a 90%. No Paraná, não há mais o produto em nenhum local. Supermercados Supermercados das regiões norte, noroeste e dos Campos Gerais não estão conseguindo repor legumes, verduras, frutas, carnes bovinas e frango nas gôndolas. A Associação Paranaense de Supermercados (APRAS) informou que o estado possui cerca de 4.500 lojas e dificilmente haverá falta grave de produtos. Os efeitos estão sendo sentidos em alguns produtos perecíveis. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Educação A falta de combustíveis e de merenda escolar já prejudica a rede municipal de ensino. As prefeituras de Marialva, Maringá, Londrina, Toledo, Guarapuava, Ponta Grossa e Umuarama anunciaram a suspensão das aulas das escolas municipais. Em Londrina, o Núcleo Regional de Educação também suspendeu as aulas de colégios estaduais de 18 municípios da região. Universidades e faculdades particulares também suspenderam as atividades. É o caso da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade do Norte do Paraná (UENP), o campus da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) em Paranavaí, Universidade do Oeste do Paraná (Unioeste), e Universidade Federal do Paraná (UFPR). Hospitais O hospital do Câncer Uopeccan informou que as cirurgias eletivas serão suspensas a partir de segunda-feira (28). Em Londrina, as cirurgias eletivas foram suspensas nos hospitais Santa Casa, Evangélico, Universitário e da Zona Norte. Em Cambé, o hospital também não vai realizar cirurgias eletivas. Em Francisco Beltrão e em Pato Branco, no sudoeste, clínicas de tratamento renal tiveram de reduzir o tempo de hemodiálise dos pacientes. A medida é para economizar medicamentos. Os hospitais de Ponta Grossa atendem apenas situações emergenciais. Na Santa Casa de Maringá a direção do hospital anunciou que a oferta de refeição para os funcionários está suspensa. No Hospital Universitário, há oferta de refeições para os pacientes para os próximos dez dias, mas isso porque o Restaurante Universitário vai ficar fechado em função da suspensão das aulas na UEM por tempo indeterminado. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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26/05 - Incerteza da chegada de produtos afeta hospitais pelo país
Cirurgias que não são de urgência foram reagendadas em alguns hospitais. Em SP, estoques de sangue são preocupação.   A greve dos caminhoneiros já altera a rotina dos hospitais. Cirurgias que não são de emergência estão sendo canceladas em Minas Gerais. E ambulâncias estão com dificuldade para conseguir combustível. Uma mulher grávida de nove meses passou mal neste sábado (26) e se desesperou para conseguir ajuda: “Eu preciso ir para o hospital e não tem nenhuma ambulância que tenha gasolina pra buscar em casa. Eu preciso encher o tanque e ninguém quer encher. Uma gestante de 9 meses não tem fila preferencial?”. Ela saiu do posto sem conseguir combustível, em Belo Horizonte. A prefeitura disse que o SAMU atendeu normalmente aos chamados, mas teve motorista de ambulância que passou aperto. Uma médica teve que pedir pra furar a fila. “A gente está precisando socorrer pacientes ainda, então como está faltando combustível a gente está pedindo prioridade aqui. A gente já rodou o dia inteiro e o único posto que a gente está vendo que tem diesel é esse”, disse Letícia Cabral. “A gente tem que ceder, é prioridade, ambulância vai socorrer vidas,”, afirma Elias Pereira, comerciante. A incerteza sobre a chegada de alguns produtos fez com que alguns hospitais pelo Brasil mudassem a estratégia de atendimento. No pronto socorro de Belo Horizonte, que é referência em traumas no país, as cirurgias que não são de urgência foram reagendadas. “Eu preciso de alguns produtos também que ficam muito no limite e eu preciso que esses produtos cheguem”, destaca Marcelo Ribeiro, diretor técnico. Na maior Santa Casa de Minas Gerais o estoque de oxido nitroso, componente usado nas anestesias, já está no fim. Segundo a direção, se ele não chegar as cirurgias eletivas serão cancelas a partir de terça-feira (29). “Não tem em Belo Horizonte. Ele vem de Florianópolis e a informação que eu tenho da empresa fornecedora é que o caminhão já saiu de lá, mas nós não temos a segurança se ele vai passar pelas barreiras montadas por aí”, afirma Guilherme Riccio, diretor técnico da Santa Casa. No interior, a falta de ambulância também preocupa. “Esse paciente precisa ser transferido para outras unidades de maior complexidade. Aí vem outro grande problema que é logística para manter em funcionamento as unidades de transporte móvel, as nossas ambulâncias”, relata Kátia Rocha, presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos de MG. A Secretaria de Saúde de Minas informou neste sábado (26) que os Samus das regiões norte e oeste do estado podem parar por falta de combustível. Em São Paulo, os estoques de sangue, que abastecem o complexo do Hospital das Clínicas e outros cem hospitais da rede pública, estão em níveis críticos. Se não normalizar, as cirurgias eletivas serão suspensas a partir de segunda (28). Nos hospitais de João Pessoa, os medicamentos para tratamento de câncer e diabetes ainda não chegaram. A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e drogarias pediu escolta ao Governo Federal para garantir o transporte de remédios. E informou que os estoques são suficientes para os próximos dois ou três dias.
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27/05 - Após fim de greve em Manaus, postos de combustíveis aguardam abastecimento de etanol e diesel
G1 percorreu avenidas da capital e constatou movimentação tranquila em postos. Apenas um foi encontrado ainda fechado. Funcionários aguardavam a chegada de clientes neste sábado (26) Rickardo Marques/G1 AM Funcionários a espera de clientes. Esse foi o quadro em muitos postos de combustíveis na noite deste sábado (26), em Manaus. Apesar de reabastecidos, alguns ainda aguardavam pela chegada de etanol e diesel S10. Caminhoneiros que impediam a saída de caminhões-tanque de distribuidoras, no Distrito Industrial de Manaus, começaram a se retirar após uma ordem judicial ainda na noite de sexta-feira (25), o que permitiu o reabastecimento de diversos postos. O G1 percorreu as principais avenidas das Zonas Norte e Centro-Sul de Manaus e constatou que boa parte dos postos já atende ao público normalmente. Na Avenida Max Teixeira, pelo menos três postos já haviam sido reabastecidos e somente um, no sentido Centro-bairro, ao lado de um colégio da Polícia Militar (PM-AM), permanecia fechado. Poucos clientes procuraram postos para reabastecer após término de paralisação de caminhoneiros Rickardo Marques/G1 AM Já na Avenida Torquato Tapajós, pelo menos dois postos ainda aguardavam reabastecimento de álcool e gasolina aditivada, mas atendiam os clientes que buscavam outros combustíveis. Em um posto situado no sentido bairro-Centro da via, em frente a uma fábrica, os funcionários esperavam a chegada do carregamento de etanol e gasolina aditivada. Segundo eles, o diesel e a gasolina comum chegaram no início da manhã. Em outro posto, ao lado de uma academia no Conjunto Santos Dumont, ainda na Torquato Tapajós, o caminhão de reabastecimento chegou ainda na madrugada deste sábado. Mesmo assim, não houve filas ou correria de clientes. Alguns postos aguardavam carregamento de etanol e diesel S10 Rickardo Marques/G1 AM Na Avenida Constantino Nery, a situação também era a mesma. Três postos já estavam totalmente reabastecidos, porém a clientela era tímida. Em um posto encontrado pelo G1, ao lado do Parque dos Bilhares, os funcionários esperavam a chegada de um carregamento de etanol. O presidente do Sindicato dos Combustíveis (Sindicam), Luiz Felipe Moura, informou que a situação estava sendo normalizada, mas ressaltou alguns postos ainda aguardavam o reabastecimento.
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26/05 - Sem combustível, muitos ônibus não circularam em várias cidades do país
BRT no Rio parou totalmente de circular, mas foi abastecido pela tarde. Sufoco dos passageiros foi se repetindo de Norte a Sul do país.   Sábado de sacrifício para o carioca que depende do transporte público. “Saí de casa 4h, vim chegar 8h no meu trabalho. Só no ponto de ônibus, três horas”, desabafa Marta, uma das 380 mil pessoas que usam o BRT carioca todos os dias. O sistema interliga três corredores expressos com mais de 400 ônibus que cortam o Rio de Janeirox. Pela primeira vez desde que começou a operar há seis anos, o BRT parou totalmente de circular. Os estoques de diesel zeraram na noite de sexta-feira (25). O principal terminal, na Zona Oeste, ficou lotado de ônibus parados e teve motorista de van se aproveitando da crise. “Tem umas que estão cobrando R$ 30. Estão abusando”, diz um morador. No Rio, apenas 23% da frota foi para as ruas. Na Baixada Fluminense, ponto de ônibus lotado em pleno fim de semana. “Levei quase uma hora e meia no ponto. E o motorista falou que amanhã está riscado nem ter ônibus”, afirma Vania Zitta, ajudante de cozinha. No meio da tarde, cinco caminhões carregados de óleo diesel, escoltados pelo Batalhão de Choque, deixaram a refinaria da Petrobrasx em Duque de Caxiasx. “Nós pegamos as notas, conferimos as placas das carretas. É tudo BRT. Só óleo diesel. Não tem mais nada”. Por volta das 16h, alguns ônibus do BRT já estavam sendo abastecidos e voltaram a circular aos poucos. As empresas de ônibus no Rio pediram à Secretaria de Segurança Pública escolta para as carretas de combustível. A rodoviária do Rio, que é um lugar bastante movimentado, tinha pouca gente circulando. As plataformas de embarque estavam vazias. As empresas tiveram que deixar ônibus nas garagens por falta de combustível. “Tinha que ter chegado mais cedo e vou ficar agora até as 17h e não sei que horas”, conta Teresinha Rosa, aposentada. “Eu estou a caminho de Araruamax, para um casamento, sou padrinho, e na verdade o meu horário foi cancelado”, diz Alexandre Almeida, advogado. O sufoco dos passageiros foi se repetindo de Norte a Sul do país. Em João Pessoax e em Porto Velhox, a frota foi bastante reduzida. Os moradores de Presidente Prudentex e Maríliax, no interior de São Paulox, vão ter ônibus só na segunda-feira (28). Na capital paulista, pouco mais da metade da frota saiu neste sábado e as empresas só têm combustível garantido até a manhã de terça-feira (29). Em Goiâniax, os moradores enfrentaram terminais lotados e muita espera. Os mineiros de Belo Horizontex vão ficar sem transporte neste domingo para garantir o início da semana. No país onde o ônibus representa quase 90% do transporte público nas cidades, os passageiros esperam uma solução rápida. “O Brasil não merece passar por isso. São pagos impostos para passar por isso, isso é uma pouca vergonha não dá mais”, afirma um passageiro.
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26/05 - Planalto recebeu avisos sobre as reivindicações dos caminhoneiros
Três alertas foram enviados ao governo. Ministro da Segurança disse que o governo não demorou para agir.   O Governo Federal tinha sido alertado sobre as reivindicações dos caminhoneiros. Três alertas foram enviados ao governo. O primeiro em outubro do ano passado: um ofício da Associação Brasileira de Caminhoneiros ao chefe da Casa Civil, ministro Eliseu Padilha. O documento trazia uma reivindicação: que as alíquotas do PIS, COFINS e da CIDE sobre o preço do óleo diesel fossem zeradas. Representantes da associação foram chamados para uma reunião com técnicos da Casa Civil. Sete meses depois, um novo documento foi enviado, desta vez, diretamente ao presidente Michel Temer. Nele, o tom já era de ameaça. No oficio, de 14 de maio deste ano, a associação dizia esperar que o governo levasse mais a sério as reivindicações e segue: "imagine o Brasil ficar sem transporte por uma semana ou mais?". Em 16 de maio, cinco dias antes das paralisações, outra entidade, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, também se queixou ao governo. Alertou que o estado de fragilidade financeira em que se encontrava o setor era altamente inflamável, como palha seca. E disse: "buscamos o governo para que juntos encontremos soluções emergenciais e definitivas para o setor, e assim possamos evitar manifestações que podem se espalhar por todo o país, inclusive com data anunciada já para o próximo dia 21 de maio". O ministro da Segurança disse que o governo não demorou para agir apenas avaliou que o diálogo evitaria a paralisação dos caminhoneiros. “O governo fez uma profissão de fé na negociação e atendeu 12 reivindicações dos caminhoneiros. Entretanto esse acordo que foi fechado ele não chegou a ser integralmente cumprido. A partir daí o governo então assumiu com autoridade as medidas que tinha que tomar para reverter essa situação”, diz Raul Jungmannx, ministro da Segurança Pública. O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Britto, disse que a greve mostrou a falta de habilidade do governo para evitar o impasse, mas que abusos e radicalismos não podem ser cometidos por nenhum dos lados: “o poder Executivo ele calculou mal as coisas. Numa época chamada de idade mídia, ele agiu como se tivesse na idade média. Ou seja, está pegando no tranco depois que o problema aconteceu, tinha que pegar no ar para evitar o problema. Isso se chama eficiência, preparo, competência. De um lado faltou isso. No outro lado é preciso que os proprietários de cargas e os transportadores das cargas também cedam nas suas reivindicações, que em alguma medida já estão sendo contempladas pelo atual governo, embora depois da crise ocorrida”.
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26/05 - Alimentos somem de centrais de abastecimento e de feiras livres
Cinquenta toneladas de frutas, legumes e verduras estão estragando nos galpões de Nova Friburgo. No ES, galinhas foram doadas.   Já são seis dias sem circulação de alimentos no país. Os produtores não conseguem vender - e os consumidores não têm o que comprar. Feiras e mercados estão ficando vazios. Imagens feitas em um mercado em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista mostram prateleiras vazias por todo canto. No Rio de Janeirox, era mais fácil ter perguntado para a Dona Maria o que tinha no supermercado. Repórter: Hortaliça não acha? Maria de Fátima: Não! Repórter: E ovo? Maria de Fátima: Também não! Repórter: Chuchu? Maria de Fátima: Também não! Repórter: Cenoura? Maria de Fátima: Também não. E o que resistiu, disparou. O preço do quilo do tomate foi a R$ 9,98. Alguns supermercados já enfrentam o desabastecimento de produtos perecíveis. Nas prateleiras, ficavam as hortaliças, mas desde a quarta-feira (23), as verduras não chegam. Para que as prateleiras vazias não chamem tanta atenção, algumas frutas foram arrumadas no lugar. Os produtos também sumiram das feiras livres. O preço da alface pulou para R$ 10. Mauro Bezerra era o único barraqueiro com verduras. O transporte foi com o próprio carro: “tudo subiu de preço por causa primeiro do combustível, segundo porque está inviável chegar a Petrópolisx, Região Serrana”, explica o feirante. É da Região Serrana de onde sai boa parte dos hortifrútis que abastecem o Rio. Cinquenta toneladas de frutas, legumes e verduras estão estragando nos galpões de Nova Friburgo. A entrada da central de abastecimento está bloqueada por caminhoneiros e nada chega ao Rio. Na Ceasa, o pavilhão para 800 agricultores ficou vazio neste sábado (26). “Vinte anos de Ceasa primeira vez que está essa defasagem de mercadoria. Em toda a história do Ceasa, nunca vi”, diz o comerciante André da Silva. “Eu paguei R$ 50 num molho de coentro. Coisa que eu pago R$10, hoje eu paguei R$ 50. Brócolis, normalmente é R$ 1l. Hoje eu paguei R$ 10”, diz João Paulo Campos, dono de restaurante. E o que dizer de um saco com 50 quilos de batata a R$ 400? Na Ceagesp, em São Paulox, a compra ficou tão cara que não deu pra comprar em dinheiro. A preocupação da produtora Larissa Jana em Brasíliax era ter o que vender, e com qualidade: “eu pego 60 caixas de laranja. Eu peguei ali não chega nem a 20 que eu peguei. Você pode ver a qualidade da minha mercadoria. Quem é meu cliente mesmo sabe que minha mercadoria não é assim”. Em Suzano, no interior de São Paulo, uma tonelada e meia de cogumelos prontos pra consumo viraram adubo. As câmaras frias estão abarrotadas e não há onde guardar mais nada. “De 4 dias pra cá tivemos 3 toneladas sendo jogada fora. A perspectiva é se nós não conseguirmos escoar essa mercadoria, cada dia vai sendo jogada fora uma tonelada”, diz o administrador do sítio, Marcos Costa. Em Mato Grosso, 80 por cento dos frigoríficos pararam. Não há como transportar os bois das fazendas. Na Bahia, 50 mil aves morreram. Elas ficaram sem ração. Vinte mil galinhas e 300 caixas de ovos foram doadas em Vitória. Tudo veio de Santa Maria de Jetibá, a segunda maior produtora de ovos do Brasil. “As galinhas estão passando fome. Pra não deixar morrer estamos doando pra população”, disse um produtor. .
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27/05 - VÍDEOS: MG2 sábado, 26 de maio
Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Minas Gerais. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Minas Gerais.
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27/05 - Paralisação de caminhoneiros causa impactos em trânsito e serviços de BH e região; SIGA
Este é o sexto dia de paralisação dos caminhoneiros, que protestam contra a alta de combustíveis no país. Paralisação de caminhoneiros causa impactos em trânsito e serviços de BH e região; SIGA Este é o sexto dia de paralisação dos caminhoneiros, que protestam contra a alta de combustíveis no país. Belo Horizonte e Contagem decretaram ponto facultativo na segunda.. Ônibus não vão circular em Belo Horizonte neste domingo, diz prefeitura.. Voos foram cancelados no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins.
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27/05 - Com greve de caminhoneiros, desabastecimento causa aumento de cerca de 85% do gás, atraso de voos e protestos em Salvador; veja
Mobilização nacional da categorial chegou ao sexto dia neste sábado (26) e situação impacta a capital baiana. Greve dos caminhoneiros chega ao sexto e dia e causa graves problemas em todo o estado A greve dos caminhoneiros chegou ao sexto dia em todo o Brasil, neste sábado (26), e em Salvador a situação causou desabastecimento de produtos como gás de cozinha e combustíveis. Além disso, apenas 40% dos ônibus rodaram na capital baiana para que o combustível que ainda tem nos veículos, seja enconomizado e a cidade não fique sem coletivos. A consequente dificuldade de abastecimento também deixou as granjas de regiões produtoras da Bahia sem milho, sorgo e sem insumos para alimentaar as aves e somente na cidade de Governador Mangabeira, 50 mil aves morreram. Em Salvador, por conta da escassez, o gás de cozinha teve aumento de cerca de 85% e nos postos de combustível, filas e muito protesto. De acordo com o Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniência do Estado (Sindicombustíveis), praticamente não há mais gasolina, etanol ou diesel no estado. Greve dos caminhoneiros: falta de combustível provoca confusão em auto posto da capital No Posto Escola, localizado na Avenida Tancredo Neves em Salvador, o combustível é apenas para veículos oficiais e por lá o sábado começou com confusão. Uma grande fila que se formou do lado de fora do estabelecimento, ocupando uma das faixas da via. A situação causou congestionamento na região na manhã deste sábado. No posto, três caminhões tanque com gasolina e diesel abasteceram as bombas do estabelecimento. No entanto, o combustível não estava disponível para venda, já que é apenas para abastecer veículos que prestam serviços essenciais, como ambulâncias, além de veículos da polícia e Corpo de Bombeiros. Apesar da explicação da polícia no posto, um grupo ainda fechou a Avenida Tancredo Neves, em protesto por conta da suspensão das vendas no Posto Escola, mas o ato não teve resultado e a polícia notificou quem estava parado na fila do posto. "Desde às 3h da madrugada nessa situação. A gente não tem como trabalhar, comos e locomover. Tem carro aqui que se sair da fila não vai conseguir nem chegar em casa" contou o motorista Gilson Gonçalves. Aumento do Gás Greve dos caminhoneiros: comerciantes cobram R$100,00 por gás de cozinha, que está escasso Alguns poucos lugares que ainda ofertam o botijão de gás na capital baiana estão inflacionando o preço do produto e chegam a cobrar R$ 120. Valor que é 85% mais que o cobrado antes do protesto dos caminhoneiros. O Sindicato dos Revendedores de Gás LP do Estado da Bahia (SINREVGAS) informou que o valor médio do preço do botijao de 13Kg é R$ 65. Em alguns estabelecimentos, o valor do botijão varia entre R$ 70 e R$ 80, antes da greve dos caminhoneiros. Uma equipe da TV Bahia fez um giro por vários pontos da capital baiana cidade para conferir o preço que estava sendo cobrado pelas revendedoras de botijão de gás. Em alguns locais, o valor era de R$ 120, se o consumidor fizesse o pagamento no cartão de crédito. Em um vídeo enviado por um telespectador, uma revendedora na Avenida Régis Pacheco, no bairro do Uruguai, em Salvador, cobrou R$ 100 pelo valor pelo produto. O SINREVGAS disse que se posiciona com indignação diante do aumento de preço cobrado por alguns revendedores de aumentar o preço abusivamente. Disse ainda que em casos de abusos, denúncias podem ser feitas ao Procon, pois se trata de um crime contra a Ordem Econômica e abuso do Direto do Consumidor. Aeroporto Aeroporto de Salvador Manu Dias/ Secom Pelo menos sete voos foram cancelados em três aeroportos da Bahia neste sábado. Em Salvador até o período da tarde, foram quatro cancelamentos. Já em Ilhéus, no sul da Bahia foram dois e em Barreiras, no oeste, apenas um voo foi cancelado. Os cancelamentos ocorrem devido a escassez de combustível nos aeroportos do país. Diantes dos cancelamentos e possíveis atrasos, as empresas orientam aos passageiros consultar as companhias aéreas para mais informações sobre seus voos, até que a situação seja normalizada. Conforme a Vinci Airports, empresa que administra o aeroporto de Salvador, quatro voos foram cancelados e 16 atrasaram neste sábado. Além disso, o terminal da capital baiana, que ainda conta com combustível disponível para operação, está prestando apoio, aos demais terminais da malha aérea nacional, por solicitação da Agência Nacional de Aviação Civil. Neste sábado, até 16h30, 20 aeronaves já tinham sido abastecidas na capital baiana e a previsão era abastecer ainda oito aeronaves.
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26/05 - Falta de combustível atinge postos por todo o país
A maioria dos caminhões que fazem o abastecimento ficou parada nas estradas. Em várias capitais, caminhões-tanque só saíram com escolta.   Por todo o país faltou combustível nos postos. A grande maioria dos caminhões que fazem o abastecimento ficou parada nas estradas. Sem combustível, São Paulox teve um dia de trânsito tranquilo. O frentista, que ironia, está vindo trabalhar sem carro. “Faz três dias que estou vindo a pé pra poder economizar combustível”, conta Fábio Lemos. Como em 99% dos postos de São Paulo, as bombas estão vazias. Os cones viraram um dos símbolos do desabastecimento. Às 13h45, a equipe do Jornal Nacional estava a caminho de um posto na Zona Sul da cidade, que fica ao lado do Autódromo de Interlagos, que diziam que havia combustível. A fila de carros era imensa, dezenas de motoristas esperando em pleno sábado de sol a oportunidade de colocar alguns litros de etanol ou gasolina. "Esperei quatro horas", conta o taxista Alonos Manuel. A polícia ficou de prontidão. O litro do etanol era vendido bem acima da média. Mesmo pagando mais caro, o motoboy encheu o tanque, depois de dois dias sem trabalhar. Em um posto, os funcionários avisaram que acabou o etanol. Teve protesto. “Preciso comprar leite para família, acaba a gasolina e como é que a gente vai trabalhar agora?”, questiona José Ricardo, motoboy. Em Campo Grandex, a venda foi limitada a 20 litros por pessoa, e com senha. No Recife e em Olinda, filas quilométricas. Depois de um longo plantão, a técnica de enfermagem Cláudia Ribeiro teve que empurrar o carro até o posto: “Temos que encarar a realidade, porque precisamos trabalhar e sem combustível o carro não anda”. A escassez abriu caminho para os aproveitadores. Em São José dos Camposx, gasolina a R$ 9,20. Em São Paulo, dois postos foram lacrados por preços abusivos. Fábio Piva estacionou o carro na rua e quando voltou, o combustível tinha sido roubado: “Quando o carro subiu no guincho, o rapaz me alertou que tinha um buraco no tanque de gasolina”. Os combustíveis não chegam aos postos, porque estão parados nas estradas ou presos nos terminais. A Associação das Distribuidoras diz que um dia depois de o governo anunciar o uso de forças federais, pouca coisa mudou. Dos 20 mil caminhões que abastecem o país todo dia, pelo menos 85% permanecem parados. Boa parte, por falta de segurança. Em várias capitais, caminhões-tanque só saíram com escolta. Foi assim em Fortalezax, Salvador e no Rio. Por lá, caminhoneiros bloquearam a saída da refinaria de Duque de Caxiasx. Liberação, só para serviços essenciais. “Carro de combustível para hospital, PM, Bombeiro, órgãos federais, saem daqui”, diz o caminhoneiro Marcelo Petino. Em João Pessoax, o gerente de um posto que estava lotado foi morto durante uma tentativa de assalto. Um dos criminosos foi detido e chegou a ser agredido pelas pessoas. Nem no Paraguai, o brasileiro se livrou das filas. “Fila muito grande. Mas fazer o que? O brasileiro tem que ser guerreiro”, diz Gilberto Bis, marceneiro.
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26/05 - Jornal Nacional - 26/05/2018
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27/05 - VÍDEOS: PITV 2ª edição de sábado, 26 de maio
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27/05 - PRF diz que estradas têm 586 pontos de bloqueio, mas 'sem prejuízo à livre circulação'
Balanço é referente até as 19h deste sábado (26). Greve dos caminhoneiros chegou ao sexto dia; categoria protesta contra aumento no preço do óleo diesel. Manifestantes liberam bloqueios, mas impedem passagem em vários pontos A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na noite deste sábado (26) que, em razão da greve de caminhoneiros, havia 586 pontos de bloqueio nas estradas do país até as 19h. Segundo a PRF, contudo, a maior parte é de bloqueios parciais, "sem prejuízo à livre circulação". Também foram registrados 577 pontos desbloqueados. A greve dos caminhoneiros chegou ao sexto dia neste sábado. A categoria protesta contra o aumento no preço do óleo diesel. Pela manhã, o pontos bloqueados e os desbloqueados somavam 1.140. Agora, são 1.163. Os dados divulgados pela PRF diferem dos informados pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto. Na ocasião, Jungmann afirmou que eram 566 pontos de interdição, acrescentando que 524 haviam sido liberados, totalizando 1.090 pontos monitorados. Bloqueio nas rodovias federais Desbloqueio Nesta sexta (25), o presidente Michel Temer editou um decreto, publicado no "Diário Oficial da União", no qual autorizou o uso das Forças Armadas em todo o território nacional para desobstrução de vias públicas federais. O ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, já declarou que os militares atuarão de forma "enérgica" para desbloquear as estradas. Ainda nesta sexta, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o uso de forças de segurança para o desbloqueio. Neste sábado, Temer editou um novo decreto, no qual permitiu ao governo assumir o controle de caminhões para desobstruir rodovias, a chamada "requisição de bens". Essa medida é amparada no artigo 5º da Constituição, inciso XXV, que prevê que "no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano". A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) já divulgou um comunicado pedindo à categoria que desbloqueie as rodovias. Initial plugin text
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27/05 - VÍDEOS: JAM 2 deste sábado, 26 de maio de 2018
Assista ao telejornal com notícias do Amazonas. Assista ao telejornal com notícias do Amazonas.
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26/05 - Apenas 8 aeroportos no país estão recebendo combustível regularmente
Em outros 14 aeroportos, combustível acabou. São aeroportos que dependem dos estoques e onde caminhões não estavam conseguindo chegar.   Catorze aeroportos do país estão sem combustível. Em algumas regiões, policiais e militares das Forças Armadas escoltaram caminhões-tanque até os aeroportos. Uma das prioridades do dia foi tentar regularizar o abastecimento em vários aeroportos. De acordo com informações do setor aéreo, até as 14h, de mais de 2 mil voos programados em todo país, 157 tiveram que ser cancelados. Segundo a Associação Nacional dos Distribuidores de Combustível, apenas oito aeroportos no Brasil estão recebendo abastecimento regular de combustível: Guarulhosx e Congonhasx, em São Paulox; Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro; e os aeroportos de Porto Alegre, Confins, em Minas Gerais, Curitiba e Belém. Guarulhos e Galeão são atendidos por dutos e, por isso, não dependem de fluxo externo. Os outros seis têm recebido caminhões com querosene de aviação. Em outros 14 aeroportos, o combustível acabou. São aeroportos que dependem dos próprios estoques e onde os caminhões não estavam conseguindo chegar. Apenas os aviões que já têm combustível para seguir viagem podem aterrissar. Outros receberam combustível, de forma limitada, entre sexta (25) e sábado (26), como Fortaleza e Florianópolis. Em Campinas, interior de São Paulo, o Exército escoltou sete carretas até Viracopos. Com isso, o aeroporto que é privatizado, tem autonomia para manter os voos previstos para sábado (26) e domingo (27). Em Brasília, os caminhões-tanque começaram a chegar ao aeroporto no início da tarde deste sábado (26). Até as 19h, 10 caminhões com querosene de aviação tinham conseguido entrar no pátio. O que significa dizer pouco mais de 12% da capacidade total. As operações no aeroporto continuam limitadas. Como os caminhões ficaram muito tempo parados nas estradas, a qualidade do querosene está sendo testada.  Até as 15h, 58 voos foram cancelados no Aeroporto de Brasília, que é estratégico para a distribuição de voos no país. Tinha gente que estava desde sexta tentando embarcar. “Tive duas remarcações e as duas foram canceladas. Eu tenho compromissos, obrigações, família, e eles não te dão nenhuma previsão de volta”, conta José Eduardo de Lima, consultor.
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27/05 - Uncisal suspende aulas na segunda por causa do protesto dos caminhoneiros
Suspensão pode se estender, a depender da mobilização dos caminhoneiros. As aulas da Uncisal, em Maceió, estão suspensas no três turnos Hágata Christye/G1 As aulas da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), em Maceió, estão suspensas nos três turnos na segunda-feira (28). A medida foi anunciada neste sábado (26) devido ao protesto dos caminhoneiros em todo o país. De acordo com a assessoria da universidade, a decisão é resultado da dificuldade de algumas prefeituras do estado para realizar o transporte dos alunos que moram no interior, além de alguns professores que também moram longe . Um Comitê de Gerenciamento de Crise foi criado para previnir a universidade de possíveis problemas na distribuição de medicamentos, alimentos e insumos nas unidades de saúde da capital. Ainda de acordo com a assessoria, a suspensão das aulas pode se estender, a depender da mobilização dos caminhoneiros. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
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26/05 - Exército na Replan, protestos, fila em posto e suspensão de cirurgias no HC; veja resumo do 6º dia de greve na região
Soldados saíram às ruas e garantiram abastecimento do Aeroporto de Viracopos. Motoristas mantêm pontos de bloqueio e manifestação em quatro rodovias da região e greve provocou a suspensão de cirurgias eletivas no HC da Unicamp a partir deste domingo (27). Exército cumpre ordem do governo federal O sexto dia de greve dos caminhoneiros na região de Campinas (SP), neste sábado (26), ficou marcado pela participação do Exército em ação para garantir o abastecimento do Aeroporto de Viracopos, os bloqueios e protestos em rodovias da região, as filas em postos de combustíveis e o anúncio do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp de suspender as cirurgias eletivas a partir deste domingo (27). Para atender determinação do presidente Michel Temer, tropas do Exército saíram às ruas para atuar no desbloqueio de rodovias e garantir o abastecimento de serviços vitais. Em Campinas, 54 veículos e 260 militares atuaram na escolta de caminhões até a Replan, em Paulínia (SP), e de lá até o Aeroporto de Viracopos. Com os 270 mil litros de querosene recebidos com ajuda do Exército neste sábado, o terminal de Campinas informou que o abastecimento de aeronaves está garantido até 23h59 de domingo. Um novo carregamento, com sete caminhões, está previsto para chegar pela manhã. Com apoio do Exército, Viracopos é abastecido e combustível garante voos até domingo Além do Exército, a Polícia Militar também tem auxiliado na escolta e liberação de caminhões para o abastecimento de serviços essenciais, como ambulâncias e viaturas de segurança. Tenente-coronel da PM, Marci Elber contou ao G1 que equipes da Polícia Militar garantem a saída, com segurança, de caminhões de combustível na região das distribuidoras em Paulínia, instaladas no entorno da Replan. Os veículos abasteceram diversas cidades da região. Sábado foi de filas e confusões em postos de combustíveis na região Filas em postos Um posto na Vila João Jorge, em Campinas (SP), recebeu um caminhão-tanque com 15 mil litros de gasolina na noite de sexta (25) escoltado pela Polícia Militar. O objetivo era abastecer a frota da PM. Sobraram cerca de 5 mil litros e o posto decidiu vender o restante para os consumidores, provocando uma fila de quase 2km. Durante a tarde, o estoque acabou. Presidente do Recap, Flávio Campos informou que não há gasolina e etanol nos postos da região de Campinas (SP) para o consumidor final. Segundo o dirigente, houve abastecimento em algumas unidades para atender os decretos de emergência, visando o funcionamento de serviços essenciais. Segundo o Recap, assim que retomado o abastecimento, a situação só deve voltar à normalidade entre 7 e 10 dias. Caminhoneiros seguem mobilizados pelas estradas da região Bloqueios e protestos As regiões de Campinas e Piracicaba registravam na noite de sábado quatro pontos de manifestações em estradas. Há bloqueios parciais nas rodovias Washington Luiz (SP-310), em Cordeirópolis (SP), e Anhanguera (SP-330), em Limeira (SP). Motoristas mantêm pontos de manifestação na Rodovia Prof. Zeferino Vaz (SP-332), em Paulínia (SP), e na Rodovia João Beira (SP-095), em Amparo (SP). Na Rodovia Professor Zeferino Vaz, próximo à Replan, alguns caminhões deixaram o ponto de bloqueio a pedido da Polícia Rodoviária, que determinou que os veículos fiquem a uma distância de 10 metros de distância da rodovia. Muitos caminhões, no entanto, permanecem no local, às margens da via. A polícia monitora a situação no local. Caminhoneiros recebem apoio em outros protestos pelas regiões de Campinas e Piracicaba Cirurgias suspensas Por conta da greve dos caminhoneiros e problemas com insumos, o Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp anunciou a suspensão de cirurgias eletivas a partir deste domingo (27). "A decisão é em função da grave situação de abastecimento e de locomoção das pessoas devido ao movimento dos caminhoneiros em todo o Brasil", diz a nota. A unidade também anunciou a suspensão dos atendimentos de urgência e emergência a partir das 18h de sábado (26). Em nota, o HC informa que os setores de urgência referenciada adulto e pediátrica estão lotados. O hospital descartou relação com a greve dos caminhoneiros para a decisão. Veja mais notícias da região no G1 Campinas Initial plugin text
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26/05 - Confira as notícias do Pará no Jornal Liberal 2ª Edição deste sábado
Confira as notícias do Pará no Jornal Liberal 2ª Edição deste sábado, 26 Confira as notícias do Pará no Jornal Liberal 2ª Edição deste sábado, 26
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26/05 - Manifestantes liberam bloqueios, mas impedem passagem em vários pontos
Algumas rodovias foram desbloqueadas, mas muitas ainda têm caminhões ocupando faixas e o acostamento.   No sexto dia de greve dos caminhoneiros, as Forças Federais começaram a atuar para desbloquear estradas, em várias partes do Brasil. Segundo o Governo Federalx, 524 pontos de bloqueio foram liberados neste sábado (26), mas ainda há 566 trechos com interdições parciais. Um dos principais bloqueios feitos por caminhoneiros em São Paulo aconteceu no Rodoanel, trecho sul. Foi ali o foco de uma operação da Polícia Militar no fim da tarde. Alguns caminhoneiros já estavam no canteiro central quando os policiais chegaram. Às 17h10, um pelotão do Batalhão de Choque foi para o meio do protesto no Rodoanel, onde acontece o protesto há seis dias. Ainda não tinha anoitecido. Os policiais se posicionaram nas duas extremidades e os primeiros caminhões estavam parados. Quando anoiteceu, parte dos caminhões começou a deixar a área dos protestos. Em uma das extremidades do bloqueio, policiais rodoviários se posicionaram com escudos, enquanto outros conversavam com manifestantes. Sem nenhum confronto, os primeiros caminhões, os menores, começaram a deixar o trecho bloqueado. Logo atrás, uma fila se formou. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os que saíram eram motoristas que não queriam mais ficar parados na manifestação. Nas rodovias estaduais de São Paulo, o governo multou 362 caminhões. Mas o governador Márcio França disse que pode rever a punição: “Eles alegam que não teve nenhuma paralisação assim. Mas foram lavradas multas, então em função disso, com esse acordo, também se suspende a cobrança dessas multas”. Do alto, é possível ver que os manifestantes contam com apoio logístico para permanecer parados nas rodovias. O apoio vem de caminhonetes, como uma flagrada na rodovia Régis Bittencourt. Imagens mostram que ela estaciona junto a um outro grupo de caminhoneiros. Eles carregam o porta malas com garrafas de água. Durante o dia e pelo alto, os helicópteros do Comando de Aviação do Exército de Taubatéx, interior de São Paulo, faziam um reconhecimento. Eles sobrevoavam pontos bloqueados em rodovias. Com as informações, algumas ações em terra eram planejadas. Carros do Exército de um batalhão de Campinasx, no interior de São Paulo, saíram sem divulgar para onde iriam, para garantir a segurança da operação. O brasileiro que amanheceu na expectativa de ver as rodovias desbloqueadas até viu algum sinal disso. Na Via Dutra, que liga o Rio de Janeirox a São Paulo, um trecho obstruído desde segunda-feira (21) estava quase sem nenhum veículo. Mesma situação na rodovia Fernão Dias, em Guarulhosx, Região Metropolitana de São Paulo. Mas muitas estradas ainda tinham os caminhões ocupando faixas e o acostamento - todos parados. Foi assim na rodovia que liga as duas principais cidades do Amapá. Nas rodovias federais que passam por Goiás, os pontos de bloqueio diminuíram de 36 para 30. Na BR-153, perto de Goiâniax, uma das principais de transporte de cargas do país, os manifestantes só permitiam a passagem de caminhões com carga viva, remédios e oxigênio hospitalar. Em um ponto da BR-163, em Campo Grandex, Mato Grosso do Sul, os caminhoneiros saíram do acostamento, mas foram para pátios de postos e de transportadoras, às margens da rodovia. Na BR-040, perto de Brasília, a Polícia Rodoviária Federalx e a Força Nacional de Segurança chegaram a um acordo com os caminhoneiros para liberar acostamentos. Alguns seguiram viagem, outros ficaram em áreas próximas à rodovia. Mas quando um motorista, com uma carga de laranjas, tentou partir, teve que aguentar a pressão de um grupo de colegas caminhoneiros. Na noite deste sábado, 150 homens do Exército chegaram em um comboio na BR-050. Eles vão se posicionar em um trecho em Catalãox, sudoeste de Goiás, e em outro, no entorno de Brasíliax.
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26/05 - Moradores de SC atravessam fronteira com a Argentina para abastecer carros
Cidade argentina de Bernardo de Irigoyen, divisa com a catarinense Dionísio Cerqueira, é a escolha de moradores do Oeste. Motoristas recorrem a postos de combustíveis em países vizinhos para abastecer Catarinenses estão atravessando a fronteira de Dionísio Cerqueira, no Oeste, para abastecer veículos em Bernardo de Irigoyen, na Argentina. A greve dos caminhoneiros chega ao 6º dia e boa parte dos postos de combustíveis do estado estão desabastecidos. Motoristas só podem entrar no país vizinho dirigindo com o documento do carro no nome deles. Quem não tem, vai a pé. A caminhada da praça de Bernardo de Irigoyen, que divide os dois países, até o posto mais próxima é de 1 quilômetro. Na Argentina, o preço da gasolina é cerca de R$ 0,20 mais caro, perto dos R$ 5. Em um dos postos argentinos, o movimento aumentou 200%. O dono disse que nunca tinha visto tanta fila no local, mas que não foi oportunista. "Continua o mesmo preço [do combustível] que estava há três dias. Não dá pra tirar vantagem duma situação dos vizinhos, dos irmãos", disse o proprietário do posto Valter Feldman. Morador de Dionísio Cerqueira atravessa fronteira para comprar gasolina Gabriela Machado/NSC TV O morador de Dionísio Cerqueira Muhamed Yusseif foi um dos que caminhou até o posto argentino para encher um galão. "Tenho que trabalhar, levar minha mulher no trabalho e meus filhos pra escola com o carro", explica. "Já tentei de tudo, agora é indo para o lado da Argentina para tentar abastecer, né?", disse o empresário Douglas Horst, que atravessou de carro.
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26/05 - Greve de caminhoneiros provoca reflexos em vários setores nas regiões de Campinas e Piracicaba; siga
A manifestação da categoria contra a alta no preço do diesel chega ao sexto dia neste sábado (26). Rodovias, transporte público, saúde, alimentação, escolas e segurança foram afetados. Greve de caminhoneiros provoca reflexos em vários setores nas regiões de Campinas e Piracicaba; siga A manifestação da categoria contra a alta no preço do diesel chega ao sexto dia neste sábado (26). Rodovias, transporte público, saúde, alimentação, escolas e segurança foram afetados. Viracopos estima autonomia até as 21h deste sábado para abastecer aeronaves. Exército inicia missão para desbloquear rodovias e garantir abastecimento. Região de Piracicaba tem prefeituras em emergência, cirurgias canceladas e linhas de montagem paradas. Ônibus em Campinas segue com restrição de 50% da frota
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26/05 - MG 2 TV Integração Centro-Oeste de Minas e Alto Paranaíba de sábado, 26 de maio
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26/05 - VÍDEOS: JPB 2ª Edição deste sábado, 26 de maio
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26/05 - VÍDEOS: AL TV 2ª Edição de sábado, 26 de maio
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26/05 - VÍDEOS: Jornal da Tribuna 2ª Edição de sábado, 26 de maio 
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26/05 - Aeroporto de Brasília recebe combustível e fecha sábado com 12,5% das reservas
Apesar do abastecimento, apenas aviões com querosene suficiente para saírem da capital podem pousar no DF. Vista aérea do aeroporto de Brasília Bento Viana/Inframérica Habituado a receber carregamento de 20 caminhões de querosene de aviação (QAV) por dia, o Aeroporto de Brasília viu a situação no terminal começar a ser normalizada neste sábado (26), com a chegada de 10 veículos. As reservas do aeroporto voltaram, assim, a uma "situação crítica", depois de amanhecerem o dia "esgotadas": às 20h30, o nível de combustível no local era de 12,5% da capacidade. Estradas, postos, saúde, ônibus: como foi o sábado no DF Seis caminhões-tanque chegaram ao local na tarde de sábado e mais quatro no início da noite. O combustível teve de passar por testes de avaliação da qualidade, pois ficou muito tempo parado nos caminhões na estrada. A transferência para abastecimento no terminal só foi permitida depois que o resultado foi considerado positivo. "Este é um processo demorado e normal que visa a segurança das operações aéreas", informou a Inframérica, concessionária que administra o espaço. Uso racionalizado Mesmo com a volta parcial do estoque, ainda está de pé a medida de que somente poderão pousar no Aeroporto de Brasília as aeronaves com capacidade para decolar sem a necessidade de abastecimento no terminal brasiliense. O aeroporto aguarda a liberação do restante dos caminhões bloqueados em Cristalina (GO) e Luziânia (GO) no protesto de motoristas. No fim da tarde, a Latam enviou para Brasília um Boeing 777 do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A aeronave recebeu carga extra de 40 toneladas adicionais de querosene para abastecer cinco aviões menores da companhia na capital. A administração do terminal e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) recomendaram que os passageiros com passagens compradas monitorem os voos junto às companhias aéreas. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF. Initial plugin text
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26/05 - Ação Global realiza mais de 53 mil atendimentos em Macapá
Projeto foi neste sábado (26) e levou mais de 31 mil participantes para a Zona Norte de Macapá. Coordenação avaliou mais um evento bem-sucedido. Serviços de cidadania foram os mais procurados durante este sábado (26) Fabiana Figueiredo/G1 A edição 2018 do Ação Global no Amapá terminou com mais de 31 mil participantes e 53 mil atendimentos. O balanço foi apresentado pela organização após o encerramento dos atendimentos que aconteceram durante todo este sábado (26), na unidade do Serviço Social da Indústria (Sesi). O evento é uma iniciativa da Globo e do Sesi. Ao todo, foram 31,802 mil participantes registrados e 53,004 atendimentos. Os mais de 1,5 mil voluntários ajudaram o público com serviços como aferição de pressão, emissão de RG e Carteira de Trabalho, distribuição e sorteio de brindes, shows e apresentações artísticas locais, brincadeiras infantis, oficinas de geração de renda. Confira as fotos da 25ª Ação Global no Amapá Mesmo não atingindo a meta de 60 mil atendimentos, para a coordenadora geral da Ação Global, Silmara dos Anjos, o evento foi um sucesso. Ela ressalta que os problemas da alto preço no combustível e até mesmo da redução na frota dos ônibus podem ter dificultado a participação da comunidade. "É possível que os problemas tenham dificultado a participação da comunidade. No entanto, avaliamos de maneira muito positiva o evento. O número de pessoas atendidas ultrapassou nossas expectativas", reforçou. Os serviços de cidadania foram os mais procurados, com 24, 672 mil atendimentos. Entre as ações de cidadania mais procuradas estava a Emissão de RG e o Keulyan Maciel, de 16 anos, aproveitou a ação para tirar sua 1ª carteira de identidade. Os serviços de saúde ficaram em segundo, com 15, 292 mil atendimentos. Ação Global As escolas estaduais Maria Meriam e Maria do Carmo, o Centro de Mobilização Social Projeto Minha Gente e a praça do bairro Jardim Felicidade, na Zona Norte de Macapá, estão sediando a 25ª edição da Ação Global neste sábado. Os locais ficam nas ruas Clodoaldo da Silva Matias e Glicério de Souza Figueiredo, próximas à Rodovia do Curiaú. A programação iniciou às 8h e seguiu até 17h, com mais de 70 serviços, entre atividades sociais, culturais, de lazer, esportivas e de saúde. Com mais de 1,5 mil voluntários convocados pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). Mais de 15 mil atendimentos da Ação Global foram na área de saúde Fabiana Figueiredo/G1 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!
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